SpaceJovem – Anúncios, Jogos, Rádio e Televisão Online
Hoje vou falar-vos de um website com cerca de um ano e meio. SpaceJovem é uma plataforma que divide a sua atenção por quatro áreas distintas: Anúncios, Jogos, Rádio e Televisão online. Actualmente este web site já conta com mais de quinhentas visitas diárias, constituindo uma alternativa de lazer a todos os cibernautas.
Na área de Anúncios Online é possivel encontrar, os mais diversos anúncios publicitários que passam na televisão. E possível visualizar anúncios de empresas como a GALP, BP, Super Bock, Ponto Verde, entre outras.
Na área de Jogos Online, os visitantes têm a possibilidade de jogar uma diversidade de jogos, podendo ainda enviar os seus comentários e a sua pontuação.
Para quem gosta de Rádio, este web site também pode ser uma excelente alternativa, pois é possível encontrar mais de cinquenta estações de rádio.
Finalmente na área de Televisão Online, os visitantes podem encontrar uma diversidade de canais de televisão, que estão, agrupados por área de interesse ou nacionalidade. Alguns exemplos: portugueses, brasileiros, desporto, entretenimento, etc.
Como já referi, este web site poderá ser um espaço de lazer para as pessoas que procurem a diversão na Internet. Pessoalmente acho que os administradores deste web site, pecam pela falta de actualização do mesmo, embora recentemente terem lançado um nova plataforma, para a área de jogos que se encontra em versão de teste e se pelo que parece o mesmo sistema será aplicado as restantes áreas do web site.
Deixo aqui o link para poderem ver com os proprios olhos:
http://www.spacejovem.com
http://www.spacejovem.com/jogos - Jogos online
http://www.spacejovem.com/televisao - Televisão online
Efeitos da Comunicação em publicidade
A necessidade de comunicar com o mercado e sua envolvente é algo que qualquer Instituição não pode descurar e muito menos ignorar. Porquê? Porque são as envolventes (Interna e Externa) que guindam as empresas para os seus objectivos, sobretudo os Comerciais e de Sobrevivência.
Para se atingirem resultados, há que dar a conhecer a Empresa, os seus Produtos e/ou Serviços, mas sobretudo as Marcas, ao público especifico e adequado, através de uma acção comunicacional perene, consistente/homogénea e estrategicamente pensada, logo, de acordo com os objectivos de mercado .
Esta acção, assente numa Estratégia Global e Integrada de Comunicação (EGIC), não só deve ser objectiva como deve cumprir uma função de eficácia, ao trazer as indispensáveis mais valias de diferenciação ao “objecto comunicado”.
Quantas campanhas foram um sucesso? Quantas “ficaram” na mente do consumidor? Quantas ainda hoje são faladas? Quantas atingiram os seus objectivos?
As respostas a estas questões poderiam demorar dias, como também as respostas a questões que visassem saber quantas campanhas foram um flop, quantas passaram completamente ao lado, quantas não deveriam sequer ter sido feitas.
O sucesso de uma campanha de comunicação comercial ou publicitária não depende apenas da qualidade do produto, dos objectivos traçados, dos meios escolhidos, do Head Line diferenciador ou do investimento feito. Depende da Estratégia que lhe deu origem e, dentro desta, da coerência e dos Efeitos que se querem atingir com determinada acção comunicacional.
A Publicidade e a Promoção, actuam sobre o processo de comunicação pelo estabelecimento de associações mentais duradouras entre o consumidor e a marca. Estas associações mentais são designadas de Efeitos de Comunicação, pelo que os Objectivos de Comunicação, quaisquer que sejam, devem ser definidos através dos cinco Efeitos. A saber:
1. Necessidade da Categoria do Produto (Category Need);
2. Notoriedade da Marca (Brand Awareness);
3. Atitude face à Marca (Brand Attitude);
4. Intenção de Compra da Marca (Brand Purchase Intention);
5. Facilitação de Compra (Brand Purchase Facilitation).
Todos os potenciais consumidores “experienciam” estes Efeitos antes da decisão de compra, decisão essa que abarca qualquer produto (mais generalista e impulsivo como um pacote de leite, mas também mais implicado e de compra ponderada como um automóvel). Mas o que são os Efeitos de Comunicação e que contributos podem dar aos produtos, de acordo com a imagem por eles detidas?
Efeitos de Comunicação são associações estabelecidas com a mente do consumidor, que podem ser duradouras ou não e que se relacionam com a marca de um produto ou serviço. São, em suma, relações mentais com o consumidor, sendo a Comunicação Publicitária quem constrói estas associações atrvés de uma mensagem e sua operacionalização, sendo a causa para se conseguir um determinado Efeito.
10 perguntas pertinentes sobre Protecção da Propriedade Intelectual
1. Quem é o dono de programa informáticos feito por um empregado ou um prestador de serviços?
R: O programa pertence à entidade patronal.
2. Ao sair da empresa, um empregado pode levar o software ou o código fonte do mesmo que criou?
R: Não, salvo acordo em contrario.
3. Ao adquirir um novo software, tenho direito às versões mais recentes?
R: Em principio não, pois a compra possivelmente é relativa a versão que foi adquirida.
4. Ao adquirir um software, o cliente tem direito ao código-fonte do mesmo?
R: Sim, caso isso esteja no contrato de aquisição.
5. Quantas cópias posso fazer do software que comprei?
R: Uma única cópia de segurança.
6. O que me pode acontecer se eu fizer uma ou mais “cópias pirata” de um software?
R: O crime de cópia e a distribuição de programas informáticos que estão ao abrigo da lei "vulgo copyright" são punidos por lei até três anos de prisão.
7. Posso adaptar software?
R: R: Sim, se tal estiver previsto no contrato, ou mediante autorização do titular do programa.
8. Uma página Web é protegida juridicamente?
R: Sim, uma página Web pode ser protegida como uma obra multimédia, enquanto objecto único que incorpora ou apresenta elementos distintos, como sons e imagens, que por acção criativa se combinam num meio único.
9. Posso utilizar livremente listas de links na minha página Web?
R: Apesar de a lei não preveja expressamente a admissibilidade dos é aconselhável obter sempre autorização para colocar links para outros sites na nossa página Web.
10. Posso descarregar música em sites Web?
R: Sim, caso exista uma autorização prévia dos titulares dos direitos de autor para as utilizar.
Relações entre a Informática e o Direito
Como em todas as coisas da vida em sociedade, o Direito tenta acompanhar todas as evoluções do mundo cibernético e também a da revolução telemática, que vem desencadeando inúmeras repercussões na vida social, política e económica.
O Direito e a Justiça baseiam-se na recolha e tratamento de informações que constituem factos, assim o para o bom funcionamento do mundo judiciário, é necessário recorrer indispensavelmente a tecnologia para usufruir das suas vantagens como por exemplo: da comunicação de informações à distância. Contudo, estas grandes vantagens também podem ser /trazer múltiplos e complexos problemas jurídicos.
Direito Informático
Basicamente diz respeito ao levantamento, análise e resolução dos problemas jurídicos suscitados pelas Tecnologias Informáticas, estes poderão ser:
- Protecção das liberdades individuais, designadamente a regulamentação dos ficheiros de dados pessoais;
- Protecção dos direitos sobre criações intelectuais: bases de dados, “software”, etc;
- Contratos informáticos sobre “hardware”e “software”;
- Informatização da Administração Pública: o “e-Governo”;
- Informatização dos actos jurídicos: assinatura, prova, pagamentos, contratos electrónicos;
- Gestão de processos e actos processuais por via electrónica;
- Informatização do trabalho: o tele-trabalho;
- Criminalidade informática;
Informática Jurídica
A Tecnologia da Informação quando, utilizado como instrumento de trabalho para as instituições e os profissionais do Direito. Também poderá ser visto como ramo da Informática, que compreende as suas aplicações específicas ao mundo do Direito, nos aspectos de:
- Tratamento da documentação jurídica: bases de dados e repositórios de legislação, jurisprudência e doutrina e dos diversos registos públicos;
- Elaboração das normas jurídicas: procedimentos de discussão e elaboração das leis;
- Administração da Justiça: funcionamento dos Tribunais, gestão dos processos, bases de dados de informações de carácter penal ou policial, administração prisional;
- Transmissão do conhecimento jurídico: ensino do Direito apoiado em computadores;
Cinco estágios no desenvolvimento de uma e-empresa
Brochureware
Brochureware são Web sites que fornecem apenas informação institucional e comercial da empresa. Em alguns casos, este não é um estágio muito rentável, pois trata-se de um espaço na Inernet, que uma empresa possui para se apresentar aos seus clientes. Contudo é considerado um pré-requisito, pois permite, às pessoas externas à empresa, obterem uma panorâmica do seu negócio, histórial, situação financeira, horários, etc.
Interactividade
Neste estágio, já é permitido a interacção com os clientes. Nesta fase, às e-empresas já são capazes de criar um diálogo com os seus clientes, apoiando-os e dotando-os de voz e iniciativa.
Contudo, os clientes querem investigar e analisar as suas escolhas para poderem tomar as decisões que achem mais adequadas. Desta forma, o cliente deve ser capaz de autenticar-se através do nome de utilizador e palavra-passe, bem como colocar questões e chegar por si próprio à informação de que necessita.
Transacções
Neste estágio, as e-empresas já têm capacidade que permitem aos seus clientes efectuar transacções, ou seja, usar a Internet para expandir os seus negócios, como a compra ou venda de produtos.
Marketing one-to-one
O “Marketing one-to-one” é o Maketing dirigido a um único cliente e não a uma “massa”. Neste estágio, já é permitido personalizar a interacção com os clientes, de forma a assegurar a satisfação de cada um, em específico, mediante o conhecimento dos seus interesses.
Assim, as e-empresas são capazes de mostrar aos seus clientes, o que lhes poderá interessar mais e oferecer a melhor solução adequada ao seu perfil. Exemplo disso é o website Amazon.com, que é capaz de personalizer a oferta a cada visitante.
Comunidades de Interesse
Como o próprio nome indica, neste estágio é possível interligar clientes e parceiros de negócio em “cadeias de valor”, ou seja, numa comunidades de interesse.
Dado a um bom relacionamento, realizado pelo estágio anterior, existe aqui um sentimento de confiança, que faz com que os clientes ajudem a própria empresa, como por exemplo, na divulgação de opiniões sobre determinados produtos. Deste modo, não é necessário que a empresa tenha uma grande preocupação na divulgação /promoção dos seus produtos, uma vez que esta tarefa é realizada pelos seus clientes.
Miopia de Marketing na web
Na óptica de Marketing, um website deve ser compreedido como um veículo, que presta o serviço de satisfazer as necessidades dos visitantes mediante os benefícios que proporciona.
Ao criar um websites, um webmaster deve considerar tudo aquilo que os visitantes desejam /necessitem e não pensar em ter o melhor website da Internet. Nesta optica, construir um website do ponto de vista dos motores de busca, é um pensamento completamente errado, embora muito comum para na comunidade dos webmasters.
Assim, num website, a miopia do Marketing, consiste na visão inadequada dos objectivos ou do propósito do website. Exemplo disso, são websites que são muito bonitos em termo de design, cheios de animações, que muitas vezes além de serem pesadas, só desviam a atenção dos visitantes. E muito comum nestes sites os visitantes sentirem-se perdidos, não encontrarem o que procuram e não passarem muito tempos no site.
Para concluir, resta-me acrescentar que para ter um bom website, este deve compreender bem o pensamentos do seu publíco alvo e a experiência que proporcionada aos seus visitantes.
E claro que ter um website que esteja optimizado para os motores de busca, também é um factor de grande peso, pois os motores de busca, têm perferência por estes websites quando listam os resultados das pesquisas.